“Hoje é o dia da consciência da desigualdade de género”

Artigo de opinião de Sofia Neves, no P3.

“As mulheres são objeto de uma visão social estereotipada, o que contribui para o reforço dos seus papéis tradicionais de género. As assimetrias de poder e, por conseguinte, de representação, constrangem o seu acesso a uma democracia plena que não toma, frequentemente, a sua voz em consideração. Apesar de figurarem em maior número nas universidades ocupam, quando comparadas com os homens, menos cargos de chefia ou posições de liderança”.

Plano i integra Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres

A Associação Plano i é, desde ontem, organização associada da Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM).

A notícia pode ser lida aqui.

A PpDM é um associação de carácter social, cultural e humanista, sem fins lucrativos e independente sob o ponto de vista partidário, administrativo e confessional, que tem como membros ONG de Direitos das Mulheres. Foi criada no dia 12 de Novembro de 2004 com o objectivo de construir sinergias para a reflexão e acção colectiva, tendo em vista a promoção da igualdade de oportunidades entre as mulheres e os homens e a defesa dos direitos das mulheres, com recurso aos mais variados meios, entre os quais pesquisa, lobbying, divulgação, comunicação, sensibilização e formação.

Debate em torno de peça de teatro “Onde o Frio se Demora”

No dia 4 de março a Associação Plano i (APi) participou no debate que se seguiu à apresentação da peça Onde o Frio se Demora, da autoria de Ana Cristina Pereira.

debate teatro
Questões como a igualdade e a violência de género são brilhantemente discutidas num texto que dá vida a 3 mulheres reais. Agradecemos o convite para a visualização da peça, assim como para o debate que se seguiu, que muito nos honrou. Na mesa de debate, em representação da APi, esteve a presidente Sofia Neves (segundo elemento da foto a contar da direita).

“Onde o Frio se Demora” fala sobre violência de género, rutura, solidão e incapacidade para amar, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto resulta de conversas longas e sem filtros tidas com três pessoas residentes na Área Metropolitana do Porto e a repórter jornalista do Publico Ana Cristina Pereira. Três vozes de um país progressista e conservador, moderno e obsoleto, tranquilo e violento, em qualquer caso, desigual. É uma proposta de teatro-documental. Uma brecha para um mundo feminino de desencontro, de desamor, de violência na intimidade – umas vezes evidente, outra subtil. O interlocutor original desaparece. O espectador assume o seu lugar, faz as vezes de parceiro mudo. Esta criação conta com a interpretação de Margarida Carvalho, do Guitarrista Peixe (Ornatos Violeta e Pluto) e com imagens do fotógrafo Paulo Pimenta, e dá continuidade ao percurso, já amplamente demonstrado, da encenadora Luísa Pinto, que tem privilegiado textos originais escritos em português, aliando a criação artística com preocupações éticas e sociais numa pesquisa teatral de linha contemporânea (informação disponível no site da Casa das Artes de Famalicão).

Para saber mais sobre a peça, ver notícia da RTP.

Plano i na imprensa para assinalar o Dia Nacional da Igualdade Salarial

Dia Nacional da Igualdade Salarial

Para assinalar o Dia Nacional da Igualdade Salarial, a Associação Plano i publicou no P3 o artigo de opinião “A realidade silenciada da desigualdade salarial“, da autoria de Estefânia Silva.

Excerto:

“A diferença salarial é um problema que afecta todas as mulheres, mas será esta sentida da mesma forma por todas ou poderão existir outras realidades silenciadas? Embora a desigualdade seja transversal a todas as mulheres e ocorra em vários cenários, verifica-se que a situação das mulheres imigrantes se destaca como uma das mais vulneráveis, sendo estas confrontadas com fragilidades que agravam e reforçam esta disparidade.”

 

Plano i assinala o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

No passado dia 6 de fevereiro comemorou-se o dia Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. A Associação Plano i quis assinalar esta data, divulgando informação, na sua página de Facebook, sobre o flagelo da Mutilação Genital Feminina (MGF), promovendo a desconstrução de estereótipos relativamente ao tema através da divulgação online do documento Mitos e Realidades, e realizando a Tertúlia “Mutilação Genital Feminina”. A tertúlia decorreu na Confraria Vermelha Livraria das Mulheres, no sábado passado, e contou  com a participação de Patrícia Neto (Plano i), Marco Ribeiro Henriques (Amnistia Internacional), Ana Cristina Pereira (Jornal Público) e Sara Moura (ANEM). Para quem não teve oportunidade de estar presente e de participar no debate, poderá encontrar informações sobre o evento nos meios de comunicação social.

“A conversa, em registo descontraído e acolhedor, focou-se no tema da mutilação genital feminina, conduta ainda praticada em várias culturas e que tem, recentemente, sido alvo de crescente discussão em Portugal, onde têm sido descobertos vários casos desta prática” (JUP, Mutilação Genital Feminina: Conduta Cultural ou Prática Criminal?).

Painel da Tertúlia sobre Mutilação Genital Feminina
Painel da Tertúlia sobre Mutilação Genital Feminina

I Encontro da Associação Plano i – Diálogos sobre a Igualdade e a Inclusão

Diálogos sobre a Igualdade e a Inclusão.

O I Encontro da Associação Plano i – Diálogos sobre a Igualdade e a Inclusão decorreu no passado dia 21 de Janeiro, na Atmosfera M, no Porto.

Durante todo o dia, painéis sobre Saúde, Educação e Práticas de Igualdade e de Inclusão foram dinamizados por especialistas das mais diversas áreas e, na parte final do evento, foi apresentada a nova edição do livro “A minha família é a melhor do mundo. E a tua?”.

Campanha da Associação Plano i no P3

A Associação Plano i foi notícia no P3, a propósito do projeto fotográfico desenvolvido em colaboração com o fotojornalista Rui Farinha e o Centro Comunitário S. Cirilo.

Para assinalar o Dia Internacional pelos Direitos Humanos, o dia 10 de Dezembro, o fotógrafo Rui Farinha, em estreita cooperação com a recém nascida Associação Plano i, fez um conjunto de retratos que têm como objectivo chamar a atenção para dois conceitos fundamentais: a igualdade e a inclusão. E como? “Pessoas diversas, oriundas de diferentes nacionalidades, culturas e religiões e com diferentes idades, juntam-se nesta campanha fotográfica a uma causa que entendem ser comum: a da construção de um mundo mais igual e mais inclusivo.”

Pode ver aqui: http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/19130/por-um-mundo-mais-igual-e-mais-inclusivo?fb_action_ids=10153822964676528&fb_action_types=og.likes

“A sociedade espera que quem tem dinheiro saia de casa ao primeiro estalo”

“Violência doméstica nos grupos socioeconómicos mais favorecidos tem diferenças e pode assumir contornos mais sofisticados, mas também há semelhanças, segundo os especialistas”.

Notícia no Jornal Público.

Campanha fotográfica pelos Direitos Humanos – Nós Pomos os Pontos nos i’s

No dia 10 de dezembro assinala-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos (http://www.un.org/en/events/humanrightsday/). A Associação Plano i comemora a data lançando a campanha fotográfica NÓS POMOS OS PONTOS NOS i’S, desenvolvida em parceria com o Centro Comunitário S. Cirilo (http://www.saocirilo.pt).

Procurando retratar a diversidade social e a sua relação com os Direitos Humanos, a campanha organiza-se em torno de dois conceitos centrais, os quais constituem os dois pilares norteadores da Associação Plano i: a igualdade e a inclusão.

Assim, pessoas diversas, com diferentes idades e oriundas de diferentes nacionalidades, culturas e religiões, juntam-se nesta campanha fotográfica a uma causa que entendem ser de todos/as: a da construção de um mundo mais igual e mais inclusivo.

Para garantir que os pontos são postos nos i’s, a primeira campanha da Associação Plano i agrega em torno do mesmo objetivo portugueses/as, imigrantes e estrangeiros/as, crianças e adultos/as, homens e mulheres. Todos/as, em uníssono, acreditam que é possível fazer mais e melhor pela igualdade e pela inclusão. Pode aceder à campanha aqui.