Uma em cada dez vítimas de violência no namoro sofreu ameaças de morte

“Começou a esperar-me à porta de casa quando chegava do trabalho. Ele dizia que era para fazer uma surpresa, mas hoje sei que era só para me controlar.” No Dia dos Namorados é também altura de falar sobre a realidade menos romântica da violência nestas relações. Um estudo sobre violência no namoro em contexto universitário mostra que mais de metade dos inquiridos foi vítima de violência no namoro e 37% admitem já tê-la praticado. Dos mais de 1800 jovens universitários que responderam, um quinto das raparigas já foi controlada em aspectos que têm dever com a sua imagem física ou com os lugares que frequentam, e 8% já foram obrigadas a ter comportamentos sexuais não desejados.

Notícia do Público.

“Um Observatório da Violência no Namoro porque ela é real”

“Numa altura em que se fazem cada vez mais campanhas de sensibilização para a violência doméstica, a violência no namoro em específico parece continuar esquecida. Uma em cada quatro relações íntimas em contexto universitário envolve algum tipo de violência – verbal, física, sexual ou social –, mas os dados sobre esta realidade são escassos”.

Notícia no P3.

“OBSERVATÓRIO DA VIOLÊNCIA NO NAMORO”

“No âmbito do Programa Uni+ (Programa de Prevenção da Violência no Namoro em Contexto Universitário), foi criado o Observatório da Violência no Namoro que tem como o objetivo mapear esta realidade em Portugal.

A iniciativa, financiada pela Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade e em parceria com o Instituto Universitário da Maia/Maiêutica, pretende também promover a consciencialização e o debate sobre este tipo de violência”.

Notícia no Jornal Universitário do Porto.

Plano i lança Observatório da Violência no Namoro

Com o objetivo de mapear a realidade da violência no namoro em Portugal a Associação Plano i lança o Observatório da Violência no Namoro. Esta iniciativa surge no âmbito do Programa UNi+, desenvolvido em parceria com o ISMAI/Maiêutica e financiado pela Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade.

Foi criado um questionário online para vítimas e testemunhas que pode ser preenchido aqui.