I Ciclo de Cinema comentado – “A ver vamos…”

A Associação Plano i, em parceria com o CCLGBTI, o Projeto Tudo Vai Melhorar e a Câmara Municipal de Matosinhos, promove o I Ciclo de Cinema comentado – “A ver vamos…”.

A primeira sessão será no dia 17 de maio de 2017, a propósito do DIA NACIONAL DA LUTA CONTRA A HOMOFOBIA E TRANSFOBIA.

Pequena Subvenção a ONGM – Cerimónia de Atribuição

“No passado dia 18 de novembro de 2016, pela 17h30m, realizou-se na sede da CIG, na Biblioteca Madalena Barbosa, a Cerimónia de Assinatura dos Contratos de Apoio Técnico e Financeiro (Pequena Subvenção) a Organizações Não Governamentais de Mulheres (ONGM), referente ao corrente ano”.

A Associação Plano i foi uma das contempladas.

Pequena Subvenção a ONGM – Cerimónia de Atribuição

Debate em torno de peça de teatro “Onde o Frio se Demora”

No dia 4 de março a Associação Plano i (APi) participou no debate que se seguiu à apresentação da peça Onde o Frio se Demora, da autoria de Ana Cristina Pereira.

debate teatro
Questões como a igualdade e a violência de género são brilhantemente discutidas num texto que dá vida a 3 mulheres reais. Agradecemos o convite para a visualização da peça, assim como para o debate que se seguiu, que muito nos honrou. Na mesa de debate, em representação da APi, esteve a presidente Sofia Neves (segundo elemento da foto a contar da direita).

“Onde o Frio se Demora” fala sobre violência de género, rutura, solidão e incapacidade para amar, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto resulta de conversas longas e sem filtros tidas com três pessoas residentes na Área Metropolitana do Porto e a repórter jornalista do Publico Ana Cristina Pereira. Três vozes de um país progressista e conservador, moderno e obsoleto, tranquilo e violento, em qualquer caso, desigual. É uma proposta de teatro-documental. Uma brecha para um mundo feminino de desencontro, de desamor, de violência na intimidade – umas vezes evidente, outra subtil. O interlocutor original desaparece. O espectador assume o seu lugar, faz as vezes de parceiro mudo. Esta criação conta com a interpretação de Margarida Carvalho, do Guitarrista Peixe (Ornatos Violeta e Pluto) e com imagens do fotógrafo Paulo Pimenta, e dá continuidade ao percurso, já amplamente demonstrado, da encenadora Luísa Pinto, que tem privilegiado textos originais escritos em português, aliando a criação artística com preocupações éticas e sociais numa pesquisa teatral de linha contemporânea (informação disponível no site da Casa das Artes de Famalicão).

Para saber mais sobre a peça, ver notícia da RTP.

Plano i assinala o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

No passado dia 6 de fevereiro comemorou-se o dia Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. A Associação Plano i quis assinalar esta data, divulgando informação, na sua página de Facebook, sobre o flagelo da Mutilação Genital Feminina (MGF), promovendo a desconstrução de estereótipos relativamente ao tema através da divulgação online do documento Mitos e Realidades, e realizando a Tertúlia “Mutilação Genital Feminina”. A tertúlia decorreu na Confraria Vermelha Livraria das Mulheres, no sábado passado, e contou  com a participação de Patrícia Neto (Plano i), Marco Ribeiro Henriques (Amnistia Internacional), Ana Cristina Pereira (Jornal Público) e Sara Moura (ANEM). Para quem não teve oportunidade de estar presente e de participar no debate, poderá encontrar informações sobre o evento nos meios de comunicação social.

“A conversa, em registo descontraído e acolhedor, focou-se no tema da mutilação genital feminina, conduta ainda praticada em várias culturas e que tem, recentemente, sido alvo de crescente discussão em Portugal, onde têm sido descobertos vários casos desta prática” (JUP, Mutilação Genital Feminina: Conduta Cultural ou Prática Criminal?).

Painel da Tertúlia sobre Mutilação Genital Feminina
Painel da Tertúlia sobre Mutilação Genital Feminina