Centro Gis é convidado de honra do EROS

O Centro Gis é, este ano, convidado de honra do EROS Porto.

“Eros Porto elegeu este ano, como tema central, a transexualidade, tendo por isso como Convidado de Honra o Centro Gis, pelo seu papel e intervenção essenciais junto da população trans em Portugal.

O Centro Gis é um de vários projetos da Associação Plano i que, desde 2015, intervém nas áreas da igualdade e violência de género e da diversidade social. Disponibiliza a pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo (LGBTI), a familiares e significant others, serviços gratuitos e especializados, nomeadamente aconselhamento jurídico, formação e consultadoria, bem como atendimento telefónico 24h. O seu âmbito de atuação prioritário é a violência doméstica e de género, integrando a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica”.

Gisberta: “Ela já morreu, mas continua a marcar”

“Uma mandala colorida recebe-nos depois de aberta a porta do Centro Gis, localizado no antigo edifício da Câmara Municipal de Matosinhos. As cores vivas traçam o retrato de um espaço onde a diversidade é sinónimo de força, coragem e energia positiva. O centro de resposta à comunidade Lésbica, Gay, Bissexual, Transgénero e Intersexo (LGBTI) nasceu em memória de Gisberta, no dia 9 de janeiro de 2017″.

Notícia do JPN.

UNi+ em Coruche

“A Associação Plano i vai dinamizar três sessões do mesmo workshop dedicado à sensibilização e prevenção da violência no namoro no auditório do pavilhão desportivo municipal de Coruche, no dia 15 de fevereiro, às 11, 14h30 e 16h30.

“Eu daria o meu mundo por ti, mas preciso dele” é o nome do workshop, que tem como público alvo cerca de 180 alunos da Escola Profissional de Coruche e da Escola Secundária do Agrupamento de Escolas de Coruche”.

Uma em cada dez vítimas de violência no namoro sofreu ameaças de morte

“Começou a esperar-me à porta de casa quando chegava do trabalho. Ele dizia que era para fazer uma surpresa, mas hoje sei que era só para me controlar.” No Dia dos Namorados é também altura de falar sobre a realidade menos romântica da violência nestas relações. Um estudo sobre violência no namoro em contexto universitário mostra que mais de metade dos inquiridos foi vítima de violência no namoro e 37% admitem já tê-la praticado. Dos mais de 1800 jovens universitários que responderam, um quinto das raparigas já foi controlada em aspectos que têm dever com a sua imagem física ou com os lugares que frequentam, e 8% já foram obrigadas a ter comportamentos sexuais não desejados.

Notícia do Público.

“Coruche recebe workshop sobre Prevenção e Violência no Namoro”

“Eu daria o meu mundo por ti, mas preciso dele” é o tema desta sessão

No próximo dia 15 de fevereiro terá lugar em Coruche um workshop promovido pela Associação Plano i, visando trabalhar o tema da sensibilização e prevenção da violência no namoro.

As três sessões agendadas do mesmo workshop, têm como público alvo cerca de 180 alunos da Escola Profissional de Coruche e da Escola Secundária do Agrupamento de Escolas de Coruche.

A Associação Plano i tem como missão a promoção da igualdade em todas as esferas da vida social nomeadamente  desconstruindo e combatendo junto de diferentes interlocutores individuais e coletivos, discursos e práticas promotoras da discriminação, da exclusão e da violência.

 

Notícia Comércio e Notícias.

Associação Plano i na subcomissão para a Igualdade e Não Discriminação

No passado dia 9 de janeiro de 2018, a Associação Plano i foi ouvida, conjuntamente com outras organizações, na subcomissão para a Igualdade e Não Discriminação sobre a proposta de lei do Governo que “estabelece o direito à autodeterminação da identidade de género e a expressão de género e o direito à proteção das características sexuais de cada pessoa”.

Notícia do JN.

Notícia do Sapo24.

Um não uníssono às cirurgias em crianças intersexo

Notícias do Centro Gis no Jornal Público de 9 de janeiro de 2018.

Ana Teles, do Centro GIS – Centro de Respostas às Populações LGBT, também alertou para esta situação, considerando “ser imperativo” que estas intervenções apenas aconteçam caso “haja uma necessidade médica reconhecida”. “Não podem ser permitidas apenas porque tem que se escolher se é rapaz ou rapariga. Não pode haver essa urgência”, defendeu Ana Teles. Acha que é preciso deixar que a criança se desenvolva e se identifique com “o género que vai interiormente decidir”. “Estar a decidir à nascença ou numa tenra idade algo que mais tarde poderá vir a ser contraditório ao sentimento e identidade da pessoa parece-nos brutal”, defendeu.