Livro Violência Doméstica e de Género

A Presidente da Plano i, Sofia Neves, é uma das autoras de um dos capítulo do livro Violência Doméstica e de Género, coordenado pela Prof. Doutora Isabel Dias e publicado pela Editora PACTOR. O lançamento será no próximo dia 23 de novembro de 2018, em Vila Nova de Gaia.

Resultados da 1.ª fase do Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro

A Associação Plano i publica, a propósito do Dia Internacional das Mulheres, os resultados da 1.ª fase do Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro: Crenças e Práticas. O mesmo pode ser lido aqui.

Principais conclusões:

  • 56.5% das/os participantes já foram sujeitas/os a pelo menos um ato de violência no namoro. 56.2% das mulheres e 57.3% dos homens figuram como vítimas.
  • 36.6% das/os participantes já praticaram pelo menos um ato de violência no namoro. 34.4% das mulheres e 43.4% dos homens figuram como agressoras/es.
  • Embora a violência no namoro seja sofrida e praticada por ambos os sexos, os rapazes praticam mais do que as raparigas e estas sofrem mais do que os rapazes.
  • A violência psicológica é a mais prevalente nas relações de namoro.
  • Quem sofreu e quem praticou violência no namoro apresenta crenças sobre as relações sociais de género mais conservadoras do que quem não sofreu e não praticou violência.
  • Os homens apresentam crenças sobre as relações sociais de género mais conservadoras do que as mulheres.

Seminário Final do UNigualdade e apresentação do Referencial de Formação

Realizou-se no dia 11 de dezembro, no ISMAI, o Seminário Final do UNigualdade. Nesse âmbito foi apresentado o Referencial de Formação do Programa, o qual pode ser obtido aqui.

 

Realizou-se a 11 de dezembro, no ISMAI, o Seminário Final do UNigualdade – Programa de Promoção da Igualdade de Género e…

Publicado por APi – Associação Plano i em Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

“Hoje é o dia da consciência da desigualdade de género”

Artigo de opinião de Sofia Neves, no P3.

“As mulheres são objeto de uma visão social estereotipada, o que contribui para o reforço dos seus papéis tradicionais de género. As assimetrias de poder e, por conseguinte, de representação, constrangem o seu acesso a uma democracia plena que não toma, frequentemente, a sua voz em consideração. Apesar de figurarem em maior número nas universidades ocupam, quando comparadas com os homens, menos cargos de chefia ou posições de liderança”.