O Plano 3C – Casa Com Cor – Apartamento de Autonomização para Pessoas LGBTI Vítimas de Violência Doméstica, financiado pela Caixa Social 2020, é uma estratégia de intervenção e de resposta social imediata e específica, direcionada, exclusivamente, para vítimas de violência doméstica em função da sua orientação sexual e identidade de género. O potencial de inovação deste projeto prende-se com o facto de o Plano 3C vir a ser a primeira e única resposta de autonomização, a nível nacional, para pessoas LGBTI vítimas de violência doméstica. Para além da habitação temporária pretende-se, através do trabalho com a equipa técnica da estrutura, garantir as condições de verdadeira inclusão, empoderando e dotando de ferramentas (emprego, saúde, formação, inclusão social).

O Plano 3C vai ao encontro das medidas de proteção e de apoio plasmadas na Convenção de Istambul, visando a capacitação e a autonomização das vítimas e procurando melhorar o seu acesso aos serviços, em resposta às inúmeras necessidades que estas vítimas apresentam, contribuindo, assim, para a prevenção da revitimização e da vitimação secundária. Esta área, pela sua complexidade e pelas diferentes necessidades das vítimas (entre as quais aconselhamento jurídico, apoio psicológico, apoio social e económico, alojamento, formação e apoio na procura de emprego), implica um trabalho em rede entre as várias entidades, públicas e privadas, que atuam nas diferentes vertentes da violência doméstica.

  • Acolher vítimas de violência doméstica LGBTI após a resposta de emergência;
  • Garantir a segurança, alimentação, higiene, e cuidados de saúde destas pessoas;
  • Promover a sua autonomização apoiando a procura ativa de emprego e, consequentemente, a residência autónoma;
  • Prevenir situações de discriminação e maus tratos em função da orientação sexual e identidade de género;
  • Promover os Direitos Humanos e da Igualdade de Género e garantir o cumprimento da Estratégia Nacional Portugal + Igual.

O Plano 3C rege-se por três princípios fundamentais, a confidencialidade quanto à sua localização, o apoio técnico especializado em violência doméstica e de género e nas questões LGBTI, e a disponibilização de um serviço de apoio de 24 h. O seu funcionamento obedece à existência de um regulamento interno que inclui quer medidas de segurança, quer princípios de vida em comunidade. Outro dos objetivos primordiais e transversais a todo o projeto é manter a formação interna contínua dos/as profissionais, bem como a supervisão clínica de casos, ministrada por entidades e personalidades com experiência de intervenção e investigação, para que a equipa esteja capacitada para intervir com vítimas.

O Plano 3C faz a identificação da necessidade de acolhimento em apartamento de autonomização, e contempla, ainda, a integração da pessoa vítima e dos/as seus/suas filhos/as menores ou maiores na sua dependência. Todo o processo de avaliação garante os meios necessários à integração social da vitima, nomeadamente a intervenção em crise, o apoio psicológico ao longo do processo de reestruturação e o apoio médico, jurídico, social, formativo e de inserção profissional. Tratando-se de um apartamento de autonomização, são os/as utentes que custeiam as despesas de luz, gás, água, comunicações, medicação, alimentação e transporte. As metodologias e abordagens levadas a cabo favorecem a participação, a organização e o empowerment das populações residentes nos territórios de intervenção, contrariando a lógica de centralização corrente da intervenção social em Portugal. Ou seja, pretendemos criar uma forma alternativa de promover o desenvolvimento e de trabalhar com as populações vítimas de violência doméstica e também vítimas de homofobia, transfobia, colocando-as no centro dos processos de mudança.

O logo do Plano 3C – Casa Com Cor é da autoria de Marta Correia e Mafalda Ferreira.

O Plano 3C – Casa Com Cor – Apartamento de Autonomização para Pessoas LGBTI Vítimas de Violência Doméstica, financiado pela Caixa Social 2020, é uma estratégia de intervenção e de resposta social imediata e específica, direcionada, exclusivamente, para vítimas de violência doméstica em função da sua orientação sexual e identidade de género. O potencial de inovação deste projeto prende-se com o facto de o Plano 3C vir a ser a primeira e única resposta de autonomização, a nível nacional, para pessoas LGBTI vítimas de violência doméstica. Para além da habitação temporária pretende-se, através do trabalho com a equipa técnica da estrutura, garantir as condições de verdadeira inclusão, empoderando e dotando de ferramentas (emprego, saúde, formação, inclusão social).

O Plano 3C vai ao encontro das medidas de proteção e de apoio plasmadas na Convenção de Istambul, visando a capacitação e a autonomização das vítimas e procurando melhorar o seu acesso aos serviços, em resposta às inúmeras necessidades que estas vítimas apresentam, contribuindo, assim, para a prevenção da revitimização e da vitimação secundária. Esta área, pela sua complexidade e pelas diferentes necessidades das vítimas (entre as quais aconselhamento jurídico, apoio psicológico, apoio social e económico, alojamento, formação e apoio na procura de emprego), implica um trabalho em rede entre as várias entidades, públicas e privadas, que atuam nas diferentes vertentes da violência doméstica.

  • Acolher vítimas de violência doméstica LGBTI após a resposta de emergência;
  • Garantir a segurança, alimentação, higiene, e cuidados de saúde destas pessoas;
  • Promover a sua autonomização apoiando a procura ativa de emprego e, consequentemente, a residência autónoma;
  • Prevenir situações de discriminação e maus tratos em função da orientação sexual e identidade de género;
  • Promover os Direitos Humanos e da Igualdade de Género e garantir o cumprimento da Estratégia Nacional Portugal + Igual.

O Plano 3C rege-se por três princípios fundamentais, a confidencialidade quanto à sua localização, o apoio técnico especializado em violência doméstica e de género e nas questões LGBTI, e a disponibilização de um serviço de apoio de 24 h. O seu funcionamento obedece à existência de um regulamento interno que inclui quer medidas de segurança, quer princípios de vida em comunidade. Outro dos objetivos primordiais e transversais a todo o projeto é manter a formação interna contínua dos/as profissionais, bem como a supervisão clínica de casos, ministrada por entidades e personalidades com experiência de intervenção e investigação, para que a equipa esteja capacitada para intervir com vítimas.

O Plano 3C faz a identificação da necessidade de acolhimento em apartamento de autonomização, e contempla, ainda, a integração da pessoa vítima e dos/as seus/suas filhos/as menores ou maiores na sua dependência. Todo o processo de avaliação garante os meios necessários à integração social da vitima, nomeadamente a intervenção em crise, o apoio psicológico ao longo do processo de reestruturação e o apoio médico, jurídico, social, formativo e de inserção profissional. Tratando-se de um apartamento de autonomização, são os/as utentes que custeiam as despesas de luz, gás, água, comunicações, medicação, alimentação e transporte. As metodologias e abordagens levadas a cabo favorecem a participação, a organização e o empowerment das populações residentes nos territórios de intervenção, contrariando a lógica de centralização corrente da intervenção social em Portugal. Ou seja, pretendemos criar uma forma alternativa de promover o desenvolvimento e de trabalhar com as populações vítimas de violência doméstica e também vítimas de homofobia, transfobia, colocando-as no centro dos processos de mudança.

O logo do Plano 3C – Casa Com Cor é da autoria de Marta Correia e Mafalda Ferreira.